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Azzuria – O Reino das Masmorras abril 9, 2013

Posted by Douglas "Mago D´Zilla" Reis in Uncategorized.
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Azzuria

O Reino das Masmorras

 

Muito além nas brumas do tempo, através das fronteiras do lendário e do desconhecido, houve um conjunto de pequenos reinos que abrigou no seu seio heróis dos mais bravos, sagazes e valorosos que Meliny já viu. Seus feitos contavam verdadeiras sagas de coragem, honra, paixão e amor, que teriam inspirado povos e reinos sem conta por séculos e milênios no porvir.

 

O Fim

Teriam. Se a gloriosa Regência de Azzuria não tivesse sido aniquilada e condenada à eterna execração por ninguém menos que Stygh, o Dracocrata. Agastado pela resistência que a aliança dos vários pequenos reinos de Azzuria empreendiam contra seus exércitos, o poderoso dragão ancestral tomou pessoalmente a liderança do ataque final contra eles, despejando sobre o inimigo baforadas maciças de eflúvios venenosos. O metódico ataque durou semanas, e foi de uma eficiência absoluta. Contemplando as terras devastadas do inimigo agora inexistente, Stygh decretou que a memória daquele reino e daquelas pessoas jamais deveria ser evocada outra vez. Pois ele, o Absoluto Senhor de Tudo, os havia condenado ao Esquecimento.

 

Ao voltar à capital de seus domínios e encontrar sua descendência igualmente condenada, Stygh enlouqueceu de dor e, após dias de auto-mortificação, desapareceu para nunca mais ser visto. Foi o fim da Dracocracia Stygh, mas seu último decreto seria acatado por seus súditos até que a memória de Azzuria fosse nada mais do que um sussurro nos cantos mais obscuros da História.

 

O território de Azzuria permaneceu contaminado pelos mefíticos haustos de Stigh por décadas, mas devagar o veneno foi se decompondo e uma vegetação áspera e resiliente começou o lento trabalho de ocultar dos olhos do mundo as magníficas obras da arquitetura azzuriana. Séculos depois, as primitivas tribos que recolonizariam a região não tiveram meios de determinar que houve ali uma grande civilização.

 

Linha do Tempo

 

4400 G.I. – O clã Odsey, recém-saído do Templo do Destino, funda a primeira cidade-régia da futura Regência de Azzuria: Asthan.

 

5000 G.I. – As cidades-régias de Asthan, Esapar, Connos, Zarkath e Aquea encerram séculos de guerras e desavenças celebrando o Tratado de Azzuria, no qual fica estabelecida a união dos tronos destas e outras cidades-régias associadas a cada uma delas. Os cinco principais Regentes formam o Pentavirato, conclave que governaria a Regência a partir dali.

 

999 R.A. – Stygh aniquila a Regência de Azzuria, e ao retornar para casa encontra sua própria descendência igualmente condenada. Enlouquecido de dor, desaparece, dando início à queda de sua Dracocracia.

 

050 N.E. – Um contingente de centenas de indivíduos emergiu de uma só vez do Templo do Destino, pela primeira vez em milênios. O grupo, que se identificou como o Clã Yliad, foi motivo de intensa preocupação em Fulkrum até que negociações com um representante de Wizarlah resultaram na aceitação do grupo como cidadãos do Reino da Magia e sua imediata migração para lá.

 

403 N.E – Odyssus Yliad se apossa do primeiro artefato identificado como pertencente à Regência de Azzuria desde sua destruição por Stygh, a Ânfora de Zakros. Inscrições no artefato puderam ser lidos pela primeira vez em séculos por corresponderem de perto com o ancestral idioma nativo do clã Yliad (aparentado com os fundadores de Asthan).

 

456 N.E. – Após minuciosa pesquisa, Odyssus havia determinado a origem dos artefatos azzurianos em uma área dentro do Grande Branco, à margem oeste do Mar Caspeeo. No comando de uma expedição arqueológica estritamente familiar, encontra as ruínas de Asthan. Como patriarca do clã, decreta segredo sobre a descoberta enquanto suas pesquisas lentamente deslindavam a gloriosa história de Azzuria, e seu trágico fim.

 

493 N.E. – Odyssus Yliad morre, já de volta a Wizarlah após décadas de pesquisa. Como testamento e último comando, deixa para seu sucessor a missão de garantir a posse do patrimônio cultural de seus irmãos Azzurianos.

 

543 N.E. – Uma força-tarefa do clã Yliad avança através do Grande Branco e funda a Cidade-Autônoma de Nova Asthan, ao largo das ruínas da cidade original. O vasto tesouro regencial ali encontrado tornou-se o lastro financeiro para a realização da ambição final do clã: em uma Carta de Intenções enviada a todos os reinos de Meliny, o patriarca Aquilius Yliad declara sua pretensão territorial baseada no direito de herança cultural sobre todo o território da antiga Regência, agora Reino de Azzuria.

 

544 N.E. – Wizarlah, Gargurus e Lykaon reconhecem a Carta de Intenções do Reino de Azzuria, iniciando negociações diplomáticas e comerciais com o novo Reino. Com o aval de três reinos independentes, Jus decreta a validade das Intenções expressas naquele documento e confirma perante a Lei e perante os Deuses a realidade da existência de Azzuria.

 

Contexto

 

O Reino de Azzuria foi refundado no espírito da exploração e recuperação da herança cultural e técnica dos povos da antiga Regência. Desde a saída do Templo do Destino, o clã Yliad já portava itens mágicos de qualidade superior, o que foi o principal fator a chamar a atenção do representante de Wizarlah para o grupo. Do que começou a ser recuperado das ruínas muito bem conservadas de Asthan, enterradas por séculos sob camadas de solo e densa vegetação, descobriu-se que os azzurianos antigos eram capazes de fabricar itens ainda mais notáveis. O auxílio de Lykaon tem sido inestimável no sentido de coibir a ação de saqueadores, ainda que tal auxílio não seja de todo desinteressado, enquanto Wizarlah envia pesquisadores e observadores para estudar os achados. Gargurus apenas manifestou-se sobre a Carta de Intenções por influência de Lykaon, que tinha interesse em que a formalidade legal exigida por Jus fosse cumprida.

 

Porém, o nascimento do novo reino não enfrenta apenas problemas externos. As tribos bárbaras que vieram a habitar a região após a destruição da Regência não foram unânimes em aceitar a dominação do clã Yliad e a submissão ao novo reino. Muitos desses povos têm um receio supersticioso de “perturbar o descanso dos Antigos”, e lutarão para impedir que as ruínas sejam encontradas ou invadidas.

 

A contaminação maciça do ambiente pelos ataques de Stygh também influenciaram a fauna e a flora que se estabeleceram no local. A quantidade de variedades venenosas e/ou ativamente carnívoras de espécies vegetais que em outros lugares seriam inócuas ou até comestíveis é espantosa, ultrapassada apenas pela flora das ilhas do Mar Escarlate, na costa leste de Lykaon. Igualmente adaptados para ocuparem aquele ambiente, os animais encontrados em Azzuria têm todos resistência incomum contra venenos, tendo alguns até mesmo desenvolvido novas e muito desagradáveis maneiras de tornarem tóxicos seus ataques normais.

 

Por fim, as ruínas em si. As camadas de vegetação rústica que cobriram as cidades-régias deram suporte às camadas de solo que vieram depois, recobrindo-as como que com um dossel protetor. O que restou foram longos labirintos subterrâneos onde antes havia ruas e passagens, e encontrar mortos-vivos durante a exploração destas ruínas tornou-se um risco ocupacional para os candidatos a exploradores em Azzuria.

 

E esta é, por enquanto, a principal atividade exercida no recente reino. Além das cinco grandes cidades-régias já localizadas pelos Yliad, sabe-se que várias outras menores existiram por toda a Regência, com seus templos, oficinas, mansões e vilas, casas e tesouros. Mosteiros isolados de ordens religiosas, esconderijos de poderosos magos pré-Guerra da Magia, covis de dragões e outras feras igualmente chacinadas durante o holocausto promovido por Stygh ainda estão lá, com seus segredos e perigos aguardando quem se considerar bravo o suficiente para aventurar-se em seus meandros.

 

Por decreto de Sua Majestade o Rei Aquilius I de Azzuria, artefatos históricos da Regência são tesouros do reino. Tentar contrabandear qualquer deles para além das fronteiras estabelecidas na Carta é considerado crime capital, devendo todo explorador no reino negociar sua entrega (mediante a ‘justa’ recompensa) a um Agente Cultural especificamente nomeado para este fim em cada uma das Cidades Novas do reino (Nova Asthan, Nova Esapar, Nova Aqueus, Nova Zakrath e Nova Connos).

 

Itens Azzurianos

 

Peças de arte da antiga Regência começam a figurar em coleções particulares e nos poucos institutos culturais de reinos e estados mais avançados. A certificação de tais peças é requerida por Azzuria para evitar acusações de contrabando e tentativas de repatriação das mesmas através dos tribunais de Jus.

Raros são os itens mágicos com tal certificação. A maioria das exceções refere-se a presentes diplomáticos oferecidos pela Casa de Yliad aos governantes de cada reino e estado de Meliny no intuito de simbolizar boas relações futuras. Importantes serviços prestados ao reino de Azzuria podem igualmente ser recompensados com a posse de um desses itens, honraria maior conferida diretamente pela nova realeza.

Itens mágicos da época da Regência Azzuriana são considerados também obras de arte, com profundos valores históricos e elevados valores monetários. Seu preço, para compra, será de três vezes o padrão para o poder da peça, e isso no mercado negro. Azzuria não permite a negociação de tais peças, a não ser por um Agente Cultural, representante legal do Reino. E estes nunca vendem, só compram… ou confiscam, dependendo da situação e da ocasião.

 

Monstros Azzurianos

 

Além da fauna e flora exacerbadas, devido ao holocausto perpetrado por Stygh no reino, o tipo morto-vivo é o mais fácil de ser encontrado nas cidades-catacumbas da Regência. Um tanto piorados quanto ao modelo normal, já que com a impregnação das substâncias tóxicas oriundas das baforadas do dragão ancestral, cada morto-vivo terá um componente Químico em seus ataques. Esqueletos peçonhentos, múmias soporíferas, zumbis alergênicos, fantasmas lacrimogênios, liches tóxicos, ou outras combinações mais bizarras ainda. Monstros que tipicamente convivem com mortos-vivos também ocorrem, com adaptações similares.

 

Aventuras:

Explorar catacumbas é a mais comum das atividades no Reino. As grandes cidades-régias ainda não foram completamente mapeadas, havendo vizinhanças inteiras ainda não atingidas pelas comitivas exploratórias. Algumas das cidades-régias menores têm suas localizações conhecidas, ou ao menos aproximadas, mas todo ano mais ou menos surge um boato sobre o achado de uma nova cidade, que nem sempre chega a se confirmar.

Escoltar caravanas com tesouros de escavações também é uma atividade que pode render ao aventureiro suas tão almejadas moedas de ouro para gastar na taverna mais próxima. Assim como missões para apreender peças azzurianas (roubadas, ou por roubar), proteger contra apreensões (legais ou ilegais), etc.

Em Azzuria, até comer pode ser uma aventura. Os novos cidadãos do reino foram aclimatados forçadamente à variedade de substâncias exóticas com as quais entram em contato em base mais ou menos diária, mas forasteiros passam cerca de um mês com a saúde debilitada (em 3D&T Alpha, R – 1 com o consequente redutor em PVs e PMs) e de duas a três vezes mais sujeitos a qualquer doença oportunista. Mesmo que traga vastos suprimentos de seu ponto de origem, o ar e a água se encarregam de levar os contaminantes diretamente ao metabolismo do visitante.

O contrário ocorre apenas parcialmente: azzurianos excursionando fora de seu reino resistem a doenças e envenenamentos como se tivessem R + 1, mas seus PVs e PMs não “aumentam” por estarem fora de Azzuria.

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IgNobel – A Ciência, Desocupada outubro 1, 2010

Posted by Douglas "Mago D´Zilla" Reis in Notícias, Uncategorized.
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Premiação chama atenção para ‘descobertas que fazem as pessoas primeiro rir, depois pensar’
30 de setembro de 2010 | 20h 28

Carlos Orsi, do estadão.com.br
Bactérias Bacstéricas
“Felação entre morcegos frugívoros prolonga a duração da cópula” é o título do artigo científico que levou uma equipe de cientistas chineses e britânicos a receber o Prêmio IgNobel de Biologia de 2010. Gareth Jones, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, deve comparecer ao ao Teatro Sanders, da Universidade Harvard, nos EUA, para receber a honraria na vigésima cerimônia da premiação, que, segundo seus idealizadores, busca chamar atenção para “descobertas que fazem as pessoas primeiro rir, depois pensar”.

Honraria chega à 20ª edição e ocorre no Teatro Sanders

Outro destaque da premiação é um artigo de pesquisadores italianos que buscaram uma forma de escapar do chamado Princípio de Peter. Proposto pelo psicólogo canadense Laurence Peter, o princípio costuma ser resumido na afirmação de que, em toda hierarquia, os indivíduos tendem a ser promovidos até atingir “seu nível máximo de incompetência”. (mais…)

Saudações junho 25, 2010

Posted by Douglas "Mago D´Zilla" Reis in Uncategorized.
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Saudações e bem-vindos a meu novo blog. Estamos começando esta nova mídia, e espero deixar aqui bons momentos culturais de minha parte e de outros amigos.

Que todos nos divirtamos.